HomeEDUCAÇÃO & TECNOLOGIAA grande mudança: seu filho vai crescer em um Brasil de empreendedores

A grande mudança: seu filho vai crescer em um Brasil de empreendedores

Li um livro recentemente que me fez parar para pensar. Ele reúne dados
interessantes sobre o que está acontecendo com o perfil do brasileiro,
principalmente com a classe média. A conclusão é clara: ela está se tornando cada
vez mais empreendedora. E isso muda o que precisamos ensinar dentro da escola.

Uma classe média que quer ser dona do próprio futuro

Cada vez mais gente da classe média está dando o salto para o empreendedorismo, e há vários
motivos para isso. O primeiro é a busca por autonomia financeira. Parece óbvio, não é? O que
mudou foi o caminho escolhido para chegar lá.
A classe média não quer mais depender apenas do emprego formal. Estatisticamente, a carteira
assinada deixou de ser vista como garantia de segurança para o futuro. Depois de anos de
frustração na última década, a leitura é outra: para se manter, crescer e prosperar, é preciso ter
fontes alternativas de renda. E isso, na prática, vem do empreendedorismo ou da atividade
autonoma.

O segredo não está no objetivo, que é a autonomia financeira. Está no
caminho escolhido para chegar lá.

A tecnologia abriu a porta para todo mundo

O segundo fator é a revolução tecnológica e, principalmente, o quanto ela ficou acessível. Internet
e redes sociais deixaram de ser apenas passatempo: hoje são ferramentas que multiplicam a
capacidade de vender. As novas ferramentas de inteligência artificial ampliam o alcance e entregam
conhecimento e expertise que, antes, exigiam um grande investimento. Em resumo: antes, não era
para todo mundo.
Um exemplo prático: quem faz bolo em casa hoje consegue divulgar, vender e atender clientes com
ferramentas digitais, e passa a competir por clientes com as grandes redes de varejo.

E o que isso tem a ver com a escola?

Tudo. O Anchieta nasceu no berço da classe média emergente e sempre seguiu a linha de aprimorar
a qualidade educacional e técnica, com ênfase em uma educação integrativa, que olha para vários
aspectos da formação do aluno. Um dos mais relevantes é o empreendedorismo.
Quando trouxemos as metodologias Nave a Vela e Gênios das Finanças para dentro da grade de
aulas, a ambição era formar jovens que saibam ter boas ideias e também cuidar delas.

Nave a Vela

Com ele, estimulamos a inovação, a criatividade,
o espírito de colocar a mão na massa e a
curiosidade. Queremos alunos que geram ideias,
resolvem problemas e são protagonistas. Ter
uma ideia que faça sentido é, talvez, a principal
característica de quem empreende. Sem ideia,
nada começa.

Gênios das Finanças

Aqui entra uma das ferramentas mais
importantes para organizar qualquer negócio: o
controle e o planejamento financeiro. Acredito
que muitos negócios não dão certo justamente
por falta dele, e o tema é pouco abordado na
educação básica. Com o Gênios, a educação
financeira cresce no Anchieta, e nossos alunos
terminam o Ensino Médio com uma boa base de
planejamento.

Vale lembrar que a educação financeira vai muito além do controle de gastos, mas esse é um
excelente ponto de partida. No fim das contas, empreender tem tudo a ver com ideia,
sustentabilidade e prosperidade.

O que nenhuma metodologia substitui

Nada disso funcionará, porém, se não educarmos nossas crianças com valores éticos e
meritocráticos, tendo a família como pilar

A escola faz muito, mas não faz tudo, e tampouco é o principal.

É da parceria entre escola e família que nasce a base para preparar nossos filhos para essa nova
geração de oportunidades.

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